Mães e pais dos felinos mais amados do mundo, hoje o papo é sério. BOLAS DE PELO. Eu não estou falando daquela bola de pelo que você cria na sua casa, que mia desesperadamente a cada momento que você passa perto da geladeira ou corre para todos os cantos durante a madrugada, mas daquela que se forma do trato gastrointestinal do gato devido à grande quantidade de pelos deglutidos.

Então, vamos começar! Em primeiro lugar, apesar de o gato emitir sons semelhantes à tosse, e de fato às vezes tossir mesmo, antes de eliminar a bola de pelo, esta não fica nos pulmões ou traqueia, e sim no trato gastrointestinal do animal.

E quais são as causas da formação de bola de pelo?

Bom, basicamente, a bola de pelo se forma porque os pelos são deglutidos e não são digeridos, devendo ser eliminados regularmente nas fezes. Porém vários fatores podem levar à formação da bola de pelo e geralmente estão ligados ao aumento da prática de lambedura da pelagem do felino, aumento da quantidade de pelos deglutidos, alterações na estrutura ou mobilidade gastrointestinal. Algumas causas são:
  • ESTRESSE:

Quando o gato está em um ambiente de estresse ele pode adoecer e deixar de se lamber, isso acontece comumente e é uma queixa trazida ao veterinário, a falta de cuidado próprio, entretanto se o estresse ambiental levar à ansiedade, o animal vai aumentar a frequência e intensidade da lambedura do pelame.

  • DOENÇA DE PELE E PELO:

A presença de lesões de pele e/ou parasitas que causem prurido (coceira) tais como pulgas e ácaros, vai levar ao aumento do comportamento de lambedura.

  • USO DE PERFUMES:

Alguns animais não toleram o uso de perfumes, e aumentam a lambedura depois que recebem esse cheiro. O mesmo vale quando o proprietário abraça e felino usando um perfume muito forte. Não podemos nos esquecer de que os gatos transferem odores para os seres humanos no objetivo de reconhecê-los como amigos, portanto o olfato é muito importante no comportamento felino, que usa 30% do cérebro nesse sentido (nós usamos 3%, faz as contas). O ideal é não usar nada ou, se usar, que seja próprio para a espécie.

  • PELAME EMBARAÇADO:

Os gatos de pelo longo perdem pelo tal como os de pelo curto. A diferença é que nos animais de pelo curto o pelo cresce e cai, aparecendo mais na varredura do chão da casa no dia a dia, enquanto que os de pelo longo, o pelo cresce, cresce, cresce, mas também cai. Aqueles animais com pelo longo e embaraçado não vão perder esse pelo, ficando preso nos nós, fazendo com que durante a lambedura o animal acabe deglutindo mais pelo do que deglutiria se este pelo tivesse caído.

  • ALTERAÇÕES GASTROINTESTINAIS DE ESTRUTURA OU MOTILIDADE:

Essas alterações devem ser diagnosticadas pelo veterinário e incluem: desordens de motilidade primárias, doenças inflamatórias ou neoplásicas do trato gastrointestinal, divertículo ou hérnia de hiato.

Muitos guardiões só sabem que o gato está com bola de pelo depois que as encontram pela casa, ou veem o gato vomitando. O animal vomita um bolo de pelo, geralmente em formato cilíndrico, e a frequência vai depender da gravidade do caso.

Como a formação de bola de pelo pode causar vários transtornos gastrointestinais, os sintomas vão variar. Esses transtornos são:

ESOFAGITE
GASTRITE
OBSTRUÇÃO GASTROINTESTINAL POR CORPO ESTRANHO
CONSTIPAÇÃO

O animal pode apresentar:

- Dificuldade em defecar, com presença de pelos nas fezes.
- Pelame seco ou embaraçado.
- Tosse seca e frequente, principalmente depois das refeições.
- Perda de interesse em se alimentar.
- Letargia.
- Consumo de grama e plantas.
- Vômitos profusos de início súbito (obstrução por corpo estranho).

Fonte: O Paciente Felino -  4ª Edição
O tratamento vai depender da causa e das consequências da bola de pelo, podendo ser a simples troca de alimentação como a realização de cirurgia emergencial.

A melhor forma de prevenir a formação de bola de pelo no gato saudável ainda é a escovação. O pelo do gato deve ser escovado diariamente. A maior reclamação que eu ouço é que o gato não gosta de ser escovado, mas a maioria dos gatos que não gostam de ser escovados também está com muitos nós nos pelos. Eu sempre recomendo a tosa, seguida do início da escovação. A escovação deve ser feita no momento de interação entre o guardião e o gato, este deve procurar no mercado o tipo de escova mais eficiente, que retire os pelos e não estresse o gato. Esse momento deve ser prazeroso e pode ser seguido de reforço positivo, como o oferecimento de petiscos ou alimento saboroso.

Outra forma de prevenção é o uso de rações de categoria super premium. Essas rações possuem na sua formulação a adição de fibras que facilitam o trânsito gastrointestinal e, desta forma, também evitam a formação da bola de pelo. 

As causas de aumento da lambedura devem ser tratadas, como a presença de parasitas, situações de estresse, etc. Entretanto, animais saudáveis, com comportamento normal de lambedura, podem apresentar regurgitação ou vômito da bola de pelo como um fenômeno natural ou como indicador de um problema gastrointestinal, portanto, em TODAS as situações de bola de pelo, o veterinário deve ser consultado para que possa identificar estas causas.
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Portanto, gente, a bola de pelo não é só nojenta, mas preocupante a muitos níveis, devendo ser prevenida e tratada, visando sempre à qualidade de vida dos nossos bichanos.

Já que estamos retomando as nossas publicações sobre os cuidados com os felinos, vamos voltar com tudo! Preparem-se para a cobertura da 13ª Edição da Pet South America, que acontecerá de 28 a 30 de Outubro na cidade de São Paulo, confira no site: http://www.petsa.com.br/
See ya!!


Fonte consultada:
NORSWORTHY, G. D.; GRACE, S.; CRYSTAL, M. A. The Feline Patient, 4ª ed., Wiley-Blackwell, 2011, 1052 p.
http://cats.about.com/cs/catmanagement101/a/hairballs.htm





O que fazer quando o gato não usa a caixa de areia?

Gatos são, naturalmente, animais bastante limpos, ou seja, não costumam fazer as necessidades fora da caixa de areia. Aliás, ao contrário do que ocorre com os cães, não é necessário um treinamento específico para que eles se acostumem a usar o “banheiro”: enterrar as necessidades é um comportamento instintivo. Assim, quando esse problema comportamental surge, é preciso identificar as causas, para saber qual a melhor forma de resolver a questão. 




A primeira providência é consultar um médico veterinário, para descartar qualquer problema de saúde como, por exemplo, doenças renais ou diabetes, que podem promover o aumento da produção e eliminação de urina. Assim, se for diagnosticada alguma doença, o médico veterinário prescreverá o tratamento e a tendência é que o gato volte a utilizar a caixa de areia. 


Outro motivo para fezes e urina fora da caixa de areia pode estar relacionado ao substrato. 

Cada gato pode ter preferência por essa ou aquela areia, entre as várias comercializadas no mercado. 

Uma boa dica é testar com duas caixas, cada uma com um tipo de areia: a que for mais utilizada, contém o substrato preferido do bichano! 

Além disso, substratos com odores artificiais são ótimos para os humanos, mas os gatos podem rejeitar a caixa, justamente pelo forte cheiro artificial!


A limpeza da caixa também é outro item importante: se ela estiver suja, os gatos certamente vão procurar outro local para fazer as necessidades. Dessa forma, o ideal é que sejam limpas, no mínimo, duas vezes por dia, dependendo do número de gatos na casa. 




As caixas podem estar também em menor número em relação à quantidade de gatos na casa. Nesse sentido, o ideal é que seja disponibilizada uma caixa a mais do que o número de gatos residentes no mesmo local. As caixas de areia devem ser grandes o suficiente para que o gato possa girar e cheirar, sem ficar muito apertado. A quantidade de areia deve permitir que ele possa cavar e enterrar suas necessidades. 





Finalmente, o local onde estão localizadas as caixas pode gerar aversão ao gato. 




Eles preferem fazer as necessidades de forma reservada, em locais silenciosos, de fácil acesso e que não tenham muita movimentação de pessoas ou animais. Ou seja, uma caixa colocada ao lado de uma máquina de lavar barulhenta pode ser horrível para o gatinho! 

Verificadas e descartadas todas as suposições acima, chega-se à hipótese de demarcação, cujas causas e providências para lidar com o problema foram detalhadas neste outro post.


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Cassia Rabelo Cardoso dos Santos
Colabora com textos para diversas publicações como o Guia Universo Pet, a Revista Pulo do Gato e a Revista Expressão. É adestradora da Cão Cidadão, franquia criada pelo especialista em comportamento animal Alexandre Rossi, que há mais de 10 anos atua no mercado oferecendo serviços de adestramento e consultas de comportamento em domicílio para gatos, cães e outros pets.
Para saber mais sobre a Cão Cidadão, entre em contato com a Central de Atendimento, pelo telefone (11) 3571-8138, ou acesse www.caocidadao.com.br 






Árvore de Natal

O post de hoje é um pouco diferente, pois não vou falar de nenhum produto desenvolvido especialmente para gatos. Desta vez, vai ser exatamente o contrário: uma decoração à prova de gatos!

Já estamos em clima de Natal, não é? Muitas casas já brilham esses dias! Aí que chegamos em um assunto complicado para nós que temos um, ou vários peludos em casa. 

Árvore de Natal é sinônimo de playground para muitos gatos. Você até pode ser um felizardo que tem gatos comportados que não se interessam pelas decorações natalinas, mas acredito que a maioria de nós passamos por poucas e boas para manter a decoração em ordem.


http://www.simonscat.com/


Vale lembrar também que todos esses enfeites podem apresentar perigo: pisca-pisca, fitas, enfeites, festões.... Fique de olho! Se você não quer se dar ao trabalho de manter uma vigilância assídua, abandone a velha tradição do pinheirinho enfeitado e explore novas possibilidades.

Quer algo fácil e rápido? Adesivos! Simples, bonito e dá pra fazer em casa.


http://www.tinyme.com.au/christmas-wall-stickers-3-pack

http://www.bemcolar.com


A árvore pode ser feita só com enfeites de bolas e você pode pendurá-las no teto com fios de nylon. Mas não esqueça de deixar em uma altura que seu gato não alcance.



Ou você pode usar os enfeites para fazer um quadro na parede.




Se você já tem uma parede pintada com tinta lousa na sua casa, porque não desenhar uma árvore ali? Se você não tem, pode ser uma boa oportunidade de tê-la, e depois que as festas passarem, a lousa pode ser usada para recadinhos e decoração do dia a dia.









Mas, se ao invés de afastar os gatos da decoração, você quiser que eles “participem” do Natal, porque não usar nosso amigo - o papelão? E dar um presentinho pro nosso pet?





FELIZ NATAL PRA TODOS!




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Fernanda Frias
twitter: @a_fepa




Agressividade felina

Pessoas que convivem com gatos sabem o quanto pode ser assustador - e também perigoso – lidar com reações agressivas dos bichanos. Assim, é muito importante procurar entender os motivos dessas reações agressivas, conseguir prevê-las e saber como agir, caso ocorram. 




Antes de mais nada, é importante mencionar que a agressividade, por si só, não consiste em um comportamento anormal. Reações agressivas são perfeitamente normais em gatos, cães e outras espécies, dependendo do(s) estímulo(s) desencadeador(es). 

Gatos domésticos podem apresentar alguns tipos de agressividade (que pode ser direcionada a pessoas, outros gatos ou animais), sendo a seguir enumerados os mais comumente relatados pelos proprietários:


Foto por Giane Portal / Fofuras Felinas
 - agressividade lúdica (ou por brincadeira)

o instinto predatório é um dos mais marcantes dos felinos. 

Faz parte de seu repertório de comportamentos, como espécie, caçar, encontrar, espreitar e atacar a presa. 

Quando são criados em casa, gatos domésticos, especialmente os mais ativos, podem não ter como adotar esse comportamento natural e acabam atacando pessoas que estão andando pela casa, especialmente nos pés e calcanhares. 

Na verdade, eles estão buscando dar vazão à necessidade de caçar. 
Para evitar sustos e machucados, deve-se evitar brincar com o gato usando mãos e pés, desde o momento em que o animal chega à casa, ainda filhote. 

Também é importante proporcionar atividades que permitam a ele caçar outros objetos, como brinquedos que se movimentam, bolinhas e laser na parede. 



- agressividade por medo

um gato acuado, sentindo-se inseguro diante de determinada situação, e sem rota de fuga disponível, poderá atacar. Essa reação provocada pelo medo de uma pessoa ou outro gato (ou até um cão) pode gerar ferimentos sérios. 

Assim, para evitar esse tipo de situação, não se deve tentar pegar um gato que esteja demonstrando medo e, caso o bichano seja inseguro por natureza, é importante sempre garantir a ele locais seguros, onde ele possa se esconder, além de rotas de fuga alternativas, especialmente se há outros animais que podem persegui-lo na casa. 


Para evitar reações agressivas por medo, é importante também entender, através da linguagem corporal, se ele está com medo e, talvez, prestes a atacar, conforme quadro abaixo:




Nessas situações, é importante não punir o gato, pois, diante de uma nova situação similar e futura, a probabilidade de agressão é grande. O mais indicado é verificar os motivos que levaram ao medo e à reatividade, para evitar que ocorram novamente. 




- agressividade territorial: 

muito comum entre gatos, que são animais territorialistas por natureza. 

Bastante relatada em caso de introdução de um novo gato ao ambiente, sem que tenha sido feito um trabalho cuidadoso de introdução, associada a experiências positivas. 

Se já identificada, é necessário que seja feito um trabalho de reaproximação cuidadoso, como o que já foi postado no blog, neste post

Para evitar sua ocorrência, é importante seguir essas mesmas dicas, para que a convivência futura entre os dois gatos seja mais harmônica. 




Qualquer que seja o motivo dos comportamentos agressivos, é importante buscar auxílio de um especialista em comportamento felino, para que a identificação das questões e a forma com que elas devem ser tratadas sejam feitas da maneira correta, visando o bem-estar de todos. 


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Texto de Cassia Rabelo Cardoso dos Santos, adestradora da equipe Cão Cidadão.

Criada por Alexandre Rossi, a Cão Cidadão atua há mais de 10 anos com adestramento e comportamento animal. Oferece adestramento em domicílio, consultas comportamentais, além de uma agenda mensal de cursos e palestras. Tudo isso com muito amor e respeito. Para saber mais sobre a Cão Cidadão, entre em contato com a Central de Atendimento, pelo telefone (11) 3571-8138, ou acesse www.caocidadao.com.br.











O Trono de Fogo - Rick Riordan

Sinopse: Os deuses do Egito Antigo foram libertados, e desde então Carter Kane e sua irmã, Sadie, vivem mergulhados em problemas. Descendentes da Casa da Vida, ordem secreta que remonta à época dos faraós, os dois têm poderes especiais, mas ainda não os dominam por completo – refugiados na Casa do Brooklin, local de aprendizado para novos magos, eles correm contra o tempo. Seu inimigo mais ameaçador, Apófis, está se erguendo, e em poucos dias o mundo terá um final trágico. Para terem alguma chance de derrotar as forças do caos, precisarão da ajuda de Rá, o deus sol. Despertá-lo não será fácil: nenhum mago jamais conseguiu. Carter e Sadie terão de rodar o mundo em busca das três partes do Livro de Rá, para só então começarem a decifrar seus encantamentos. E, é claro, ninguém faz ideia de onde está o deus.




Eu já falei sobre essa série por aqui, quando resenhei o primeiro volume "A Pirâmide Vermelha" e o destaquei especialmente por um de seus personagens principais ser a Deusa Egípcia Bastet - A Deusa Gata. 

Neste segundo volume, Carter e Sadie Kane não estão mais sozinhos na Casa do Brooklyn. Seu primeiro apelo feito no final de "A Pirâmide Vermelha" deu resultado e novos iniciados - magos com sangue dos faraós - chegaram à Casa do Brooklyn em busca de orientação e treinamento para seguir o caminho dos deuses. Entre eles, destaca-se Jaz, uma curadora, Cleo, uma brasileira apaixonada por livros (na verdade sua participação é pequena, mas como ela é brasileira vale comentar), e Walt, um cara lindo que é expert em produção de amuletos... e em deixar o coração de Sadie um tanto acelerado.




Apófis, a Serpente do Caos, que pode causar o fim do mundo, está se reerguendo. E para que tenham alguma chance contra o inimigo, eles precisam despertar Rá, o deus sol, o faraó dos deuses. Mas, é claro que isso não é uma tarefa muito fácil.

Então Carter e Sadie partem em várias missões ao redor do mundo atrás das três partes de papiro de O Livro de Rá - fundamental para seu plano de procurar o deus Sol e despertá-lo novamente, com o intuito de fazê-lo lutar contra Apófis, a serpente do Caos, que está se reerguendo.




- Certo…Então, quando Apófis escapar, ele vai tentar destruir o Maat, a ordem do universo. Vai engolir o Sol, mergulhar a Terra na escuridão eterna e, em outras palavras, arruinar bastante o nosso dia.

- E é por isso que precisamos de Rá. – Amós falava em um tom controlado, tentando soar calmo e tranquilizador para os aprendizes.


Bastet, a Deusa Gata - e minha personagem preferida, resolve voltar ao Duat para tentar manter Apófis preso o máximo possível, afinal ela foi a designada por Rá para lutar contra a Serpente e havia abandonado essa missão quando foi libertada pelo pai de Carter e Sadie para que fosse a protetora de Sadie. 

Claro que Bastet não deixa as crianças desamparadas, ela pede ao seu amigo Bes (O Deus Anão) para que cuide deles.




Bes é um dos destaques do livro, um personagem muito divertido! Bastet continua muito espirituosa e engraçada e, apesar de não aparecer tanto neste livro, as cenas em que ela aparece tem um charme absoluto (além de serem muito engraçadas). A Deusa Gata tem um humor único e um típico comportamento felino e é muito divertido observar essas características na personagem.




- Sadie, querida, creio que já falamos sobre cicatrizes de batalhas em gatos. Este velho felino é um guerreiro!
Um guerreiro que sempre perde, pensei, mas decidi não dizer isso.


Mas além dessa super personagem felina, o livro vale a pena por outras várias qualidades...

Durante as missões perigosíssimas, Carter e Sadie precisam contar um com o outro, enquanto tentam escapar da morte. Ainda temos Zia, amor da vida do Carter, que é uma maga poderosa elementalista do fogo, que tem um papel muito mais importante do que eles sabem e Walt, que traz um segredo consigo.

E ainda há tempo para um pouquinho de romance - Sadie encontra-se divididíssíma entre Walt e Anúbis, pois cada um tem um jeito todo especial de mexer com seu coração.



Com uma narrativa eletrizante, que já começa no auge e se mantém assim por todo o livro, Rick Riordan une aventura, humor e romance na medida certa. Fora a quantidade de informações educativas que traz sobre a Mitologia Egípcia (uma das coisas que eu mais gosto nos livros).




A narrativa é feita como uma gravação por Sadie e Carter, assim como no livro anterior e eu adorei essa forma de contar a história, é muito divertido e ajuda a ter uma visão geral dos acontecimentos: em cada momento sob a visão de Carter ou de Sadie. Outro ponto positivo são os diálogos entre os irmãos, simplesmente hilários e muito espirituosos.




“Erro fatal, Carter. Você me deu o microfone na parte mais importante? Nunca mais vou devolvê-lo. O final da história é meu. Ha.ha.ha!” (Sadie).


O livro não perde o fôlego em nenhum momento, é super intenso, com personagens maravilhosos - como não amar a Deusa Gata?? - e muito gostoso de ler! Vale muito a pena!


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Laura
@GatosBiblioteca





Francesca Dafne Vignaga é o nome desta ilustradora italiana, sensacional quando coloca os amados gatos em situações do nosso cotidiano, ou vivendo episódios triviais do dia-a-dia que nos pertence, como se fossem donos legítimos deles. Só quem compartilha a vida com gatos sabe como e quão bom é!




Sua paixão, em primeiro lugar, é ilustrar para crianças - mas, nós adultos nos agradamos com seus traços leves, sua escolha de tons suaves e coloridos, contendo uma certa nostalgia de quando o mundo era assim, simples: acordar, sentir o mundo girar, caminhar as horas, viver o dia, quem sabe algumas aventuras, e terminar com o sol se pondo na janela do lar-doce-lar...






De fato, para quem ama gatos e convive com eles, é muito fácil fazer uma lista grande de momentos em que dividem sua elegância, vivacidade e amabilidade conosco. Os desenhos de Dafne são a tradução destes segundos de sentimentos e sensações.

Qual gateiro convicto não se vê nesta cena, seja com 1 ou 20 felinos ronronantes?




Por vezes, a gataiada da artista mostra o quê os gatos sabem nos fazer com maestria, usando da mais pura compaixão do planeta: companhia! Recebem um afago, ou nos presenteiam com algum, deixando nosso coração mais leve.







Existe o traço cômico dos gatos, dentro dos traços de Francesca. Ela parece entender bem como os gatos sabem fazer rir! 









Vemos também em sua Arte, o ímpeto curioso e aventureiro dos gatos domésticos, que quase sempre os colocam, em situações embaraçosas, ou inusitadas...







No ano passado, Francesca publicou mais um livro cativante que lhe serve como galeria de artes, e fala de um músico chamado Romeo Mozartin e sua fixação em fazer música onde quer que esteja! E onde quer que ele está, quem estaria junto? Claro, seus gatos inseparáveis pelas árvores, pelos telhados, pelos cômodos, pelos cantos todos!










Mais informações técnicas sobre o livro "Romeo Mozartin e a fruta cantante":

Veja outras obras da artista Francesca Dafne Vignaga:


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Trinity
Adote Uno Bigode: http://on.fb.me/178f82f




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