Foto: Google
Esta é uma questão que costuma afligir aqueles que convivem com mais de um bichano: a convivência entre eles pode ser harmoniosa, mas também pode se tornar um verdadeiro martírio para todos, humanos e felinos. 

Assim, uma boa maneira de garantir que tudo está bem é observar como os gatos convivem no dia a dia, ou seja, saber identificar os comportamentos que demonstram que está tudo bem entre eles. 

Gatos são considerados animais mais independentes, mas isso não significa que não estabeleçam laços entre sim. Atualmente, diversos autores são unânimes ao afirmar que felinos domésticos são animais sociais, capazes de estabelecer vínculos afetivos com outros da mesma espécie, se houver abundância dos recursos essenciais para sua sobrevivência. 

Foto: Giane Portal / Fofuras Felinas
Além disso, bichanos com temperamentos individuais compatíveis têm uma chance maior de conviverem harmoniosamente. Da mesma forma, a introdução gradual e supervisionada de um novo gato no ambiente onde já residiam outros aumenta a probabilidade de aceitação por parte dos moradores anteriores. 

Por outro lado, pensando na situação das pessoas que já convivem com mais de um gato na residência (realidade bastante comum atualmente), como saber se os gatos estão convivendo bem, se têm laços afetivos entre si e se nenhum deles está sendo submetido a estresse excessivo, em razão de um relacionamento ruim com outro gato? 

Bichanos com laços afetivos entre si apresentam comportamentos afiliativos (amigáveis). Mesmo dentro de uma colônia com vários gatos, eles são vistos frequentemente juntos em várias situações e contextos, mantendo-se juntos por conta do vínculo afetivo existente entre eles. Gatos amigos também dormem juntos, se aninhando confortavelmente no outro na hora da soneca.

Outro comportamento afiliativo é a limpeza mútua, ou seja, gatos que realmente têm um bom relacionamento costumam se lamber mutuamente. Muitas vezes, só um deles aceita a limpeza mútua, mas não a pratica no parceiro. Frequentemente, é possível perceber que estão ronronando durante esse processo, o que demonstra o quanto estão relaxados. A esfregação mútua e toques “focinho a focinho” também são entendidos como comportamentos afiliativos. Da mesma forma, a aproximação com a cauda em pé sinaliza intenções amigáveis quando um bichano está se aproximando do outro.
Comer espontaneamente próximo um do outro também é um sinal de que os gatos têm laço de amizade. Assim como usar as caixas de areia que estão à disposição no ambiente, sem que um fique “montando guarda” enquanto o outro usa.

Foto: Google
Finalmente, observar se os gatos ficam relaxados quando o outro está no ambiente, mesmo que seja correndo ou fazendo movimentos bruscos. Aliás, gatos amigos, especialmente os mais jovens, costumam brincar muito entre si. Mas, muitas vezes, os jogos podem parecer um pouco mais “violentos”, o que não é de todo anormal. Mas esse será o assunto do próximo post, já que é muito importante diferenciar brincadeira de comportamentos efetivamente agressivos. 

Conhecer as condutas afiliativas e saber distinguir comportamentos amigáveis daqueles que podem provocar agressividade é essencial para prevenir inúmeros distúrbios comportamentais.

Afinal, o que todos querem é a paz reinando dentro de casa, entre bichanos e humanos!

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Cassia Rabelo Cardoso dos Santos
Colabora com textos para diversas publicações como o Guia Universo Pet, a Revista Pulo do Gato e a Revista Expressão. É adestradora da Cão Cidadão, franquia criada pelo especialista em comportamento animal Alexandre Rossi, que há mais de 10 anos atua no mercado oferecendo serviços de adestramento e consultas de comportamento em domicílio para gatos, cães e outros pets.
Para saber mais sobre a Cão Cidadão, entre em contato com a Central de Atendimento, pelo telefone (11) 3571-8138, ou acesse www.caocidadao.com.br 








Sabemos do poder terapêutico que os animais tem de nos acalmar e sabemos também que infelizmente há algumas pessoas que não podem ter animais de estimação. E uma maneira de lidar com isso são os “cafés dos gatos”, muito comuns no Japão já que cada dia fica mais dfícil ter seu próprio bichinho de estimação devido às longas jornadas de trabalho e os apartamentos minúsculos (onde normalmente é proibido ter um bichinho).

O primeiro estabelecimento deste tipo foi aberto em Taiwan em 1998.

Nesses “cat cafés” em geral, é cobrado um valor por hora, assim os clientes podem brincar com os bichanos, usar a infraestrutura do local e consumir bebidas e comidas.

E foi conhecendo esses cafés no Japão que a empresária Laura O´Neil quando voltou para a Escócia, decidiu que as pessoas de Edimburgo precisavam experimentar esse conceito. E assim surgiu a Casa de Moggy.


Foto: Ian Georgeson

Não é possível levar seu próprio gato até o café como acompanhante porque lá diversos bichanos passeiam pelo lugar. Mais precisamente 12 gatos residentes. 

Splintr.co.uk

O que mais chama atenção no local é que ele tem uma arquitetura pensada especialmente para agradar os felinos, o que pode nos render algumas idéias para nossa própria casa!

Projetado pela empresa Splintr o local tem casas de dormir com telhados inclinados, passarelas, escadas, degraus, varandas, lugares para caminhar, se esconder, escalar e dormir. Isso cria uma experiência dinâmica e interativa entre os gatos e os humanos no café.


Splintr.co.uk

Splintr.co.uk

Splintr.co.uk

Splintr.co.uk
Os gatos ficam bem à vontade e ainda aproveitam o carinho e atenção dos clientes.

Splintr.co.uk

Splintr.co.uk

Apesar dos gatos serem o grande destaque do local a casa garante que eles nem chegam perto da preparação do menu que é focado em cafés, chás e bolos produzidos no local.

Splintr.co.uk

Se você tem alguma viagem programada pra a Escócia ou arredores por que não dar uma passadinha por lá?




17-19 West Port, Edinburgh, EH1 2JA
info@maisondemoggy.com
www.facebook.com/maisondemoggy
@maisondemoggy
0131 629 5530  

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Fernanda Frias
twitter: @a_fepa




Bom dia gente, hoje eu estou aqui para falar um pouquinho sobre algo que é de conhecimento geral dos donos de pets e das mamães por aí, a verminose.

Chamamos assim a doença causada por parasitas, na grande maioria intestinais, e que possuem os mais diferentes ciclos de vida e meios de transmissão. Sabendo disso, o clínico veterinário deve estar atento tanto à prevenção quanto ao tratamento dessa afecção, lembrando que muitos agentes podem levar a condições sérias, como diarreia, vômito, anorexia, desidratação, anemia, perda de peso e até à morte.


Foto: imagem retirada do livro The Cat: Clinical Medicine and Management (2012)
Geralmente quando um filhote é trazido para a consulta pediátrica, e até para a primeira vacina, é perguntado se este foi vermifugado, isto é, se recebeu algum medicamento de ação vermicida (ou endoparasiticita) de forma preventiva. Mesmo que o filhote viva em um ambiente limpo, de baixo desafio (com baixa possibilidade de infecção), a infecção por vermes pode acontecer durante a gestação e a lactação, sem contar a reinfecção após o tratamento preventivo com endoparasiticida. O ideal é a realização de um exame de fezes nessa ocasião para a pesquisa de vermes intestinais, redondos e chatos, e pesquisa de protozoários. Mesmo que alguns deles só infectem filhotes a partir de certa idade (como os vermes chatos) muitas vezes os filhotes levados à clínica são adotados sem registro da data de nascimento.

Infelizmente a auto-medicação praticada pelos tutores se estende aos seus felinos e estes vão administrar o endoparasiticida que lhe convier, na dose e frequência de bula. Porém é importante ressaltar que esta prática é muito perigosa, afinal de contas para cada parasita identificado no exame de fezes (parasitológico de fezes), há um tratamento e um protocolo diferente, que vai variar de acordo com sua frequência na região e com a prática do clínico.

Geralmente o veterinário solicita que sejam coletadas três amostras de fezes dia sim dia não, ou três dias seguidos. Estas podem ser levadas frescas, no dia da coleta, para o laboratório, ou serem armazenadas no mesmo frasco contendo um conservante, como formol, e refrigeradas de 2ºC a 8°C.

O princípio de se coletar em dias diferentes se dá pelo fato de que alguns parasitas não liberarem ovos ou oocistos de forma regular, aumentando assim o valor diagnóstico desta forma. É importante o clínico saber qual a suspeita, pois existem verminoses que não liberam ovos nas fezes, e para fechar o diagnóstico é importante avaliar o vômito do gato doente, por exemplo (O. tricuspis), ou partir para outro meio diagnóstico.

Diversos clínicos têm sua predileção por esta ou aquela base farmacêutica para a prevenção ou tratamento dessas parasitoses, entretanto é comum vermos os colegas alterarem a medicação periodicamente, o que chamamos de alternância de base, pois desta forma estamos ampliando o raio de ação da conduta preventiva. 

As melhores formas de prevenir, além do uso de endoparasiticidas, são:
  • Manter o ambiente limpo, principalmente para as ninhadas;
  • Não permitir que os gatos façam passeios, podendo assim ter acesso principalmente à parques e praças;
  • Não permitir a caça ou consumo de caramujo, calango ou lagartixa, pois estes são hospedeiros (definitivo e intermediários, respectivamente) de uma verminose séria, causada pelo Platynossomum spp. A caça e consumo de pequenos roedores também podem levar à infecção por Taenia taeniformis, se estes estiverem infectados, bem como a Toxoplasmose, que pode também ser transmitida por aves e carnes cruas ou mal passadas contendo o cisto infectado.
  • Prevenir a infestação por pulgas, pois além de ser um ectoparasita que causa desconforto, coceira, feridas, etc, ele ainda pode ser hospedeiro de uma verminose importante, o Dipylidium caninum.

E a forma mais importante de prevenção ainda é o exame físico regular nas visitas ao veterinário. 

Este pode avaliar o peso, cuidados com a higiene pessoal do gato e aspecto geral, dentre outros aspectos que vão alertar para uma possível infecção por parasitas. Vale lembrar que algumas delas são zoonoses, isto quer dizer, podem ser transmitidas para os humanos, portanto vamos nos cuidar.

É isso aí, em outras postagens falarei sobre as verminoses mais importantes, vamos cuidar dos nossos bichanos para estarem sempre saudáveis, vítimas de muitos beijos e apertos.

Foto: Giane Portal / Fofuras Felinas

Até a próxima.

Dra. Alice Ribeiro de Oliveira Lima








Gato L!nk

Não é de hoje que alguns humanos vêm espalhando diversos boatos e criando mitos sobre os gatos e nós (quase) nunca tínhamos o direito de resposta. Por isso, nós do Tudo Gato decidimos “caçar” esses mitos um por um e desconstruí-los, principalmente para informar aqueles que ainda possam ter algum preconceito com os pobres felinos.

E para essa tarefa investigativa nada melhor que um gato como eu, com toda a experiência e vivência no assunto!

Para começar, nesse nosso primeiro post, vamos tratar logo de desmistificar a ideia de que gatos são frios e insensíveis.

Apesar de nos dias atuais existirem muitas pessoas que infelizmente pensam dessa forma, a situação não foi sempre assim - muito pelo contrário: na Antiguidade, nós gatos éramos muito bem vistos e queridos pelos humanos da época. Escavações feitas no Egito revelaram que existe uma infinidade de registros em pinturas e até mesmo estátuas indicando que essa amizade entre o bicho-homem e os felinos domésticos começou há cerca de 9.500 anos. O amor pelos gatinhos era tanto que eles eram considerados sagrados e se alguém fizesse um mal a um gato seria penalizado na mesma moeda. Na antiga Pérsia acreditava-se que o gato era o verdadeiro melhor amigo do homem e que maltratando um gato você estaria maltratando um espírito responsável por fazer companhia ao humano durante sua passagem pela Terra.


Foi só no início da Idade Média que a coisa mudou de figura e começaram a querer nos envolver em superstições - tudo por causa dos nossos hábitos noturnos parecerem muitas vezes “estranhos” aos olhos de algumas pessoas.

Vejam então como é importante que antes de qualquer coisa nós gatinhos nos façamos entender, pois conhecendo nosso modo de agir e expressar sensações fica fácil perceber que somos tão carinhosos quanto qualquer outro pet e as vezes até mais. O fato é que cada animal é um ser único e, assim como acontece com os seres humanos, somos também influenciados pelo meio em que vivemos. Apenas rotular a nós gatos como “frios” ou “interesseiros” de forma generalizada é ignorar toda uma variedade de personalidades e costumes.

E alguém pode perguntar: “mas L!nk, tem jeito de saber o que meu gatinho está ‘dizendo’?”.
É elementar, meus caros! Vamos ver algumas demonstrações muito comuns de verificar e que fazem toda a diferença na relação entre nós gatos e nossos humanos:

Pra começar tem a piscadela. Não damos confiança a qualquer um, é verdade. Quando encaramos um estranho ou mesmo um “inimigo” em potencial mantemos sempre nosso olhar fixo, sem piscar.

Então, ao piscarmos nossos olhos na presença de outro gato, ou os cerramos despreocupados diante de nossos humanos estamos demonstrando extrema confiança num gesto de aceitação, pois o pouco tempo que dura essa piscadinha nos deixa vulneráveis.

Tem humano que não gosta que mexam em seus cabelos, não é mesmo? Saiba que conosco não é diferente. No entanto, quando gostamos de alguém e confiamos nele é lambendo uns aos outros que construímos nossos relacionamentos. Logo, ao deixar que nos escovem estamos dizendo que confiamos. Saiba que receber também uma “lambidinha” nossa é um sinal de puro carinho.

É através do esfregar das nossas cabeças que liberamos nosso cheirinho e assim marcarmos território. Quando seu gatinho faz isso, se esfregando em você, ele está dizendo claramente “você é meu!” (você e todas as outras coisas em que ele se esfregar que a gente é possessivo, sim!).

Se um gato mostra sua barriga para você, pode ter certeza que você é especial para ele e ele confia em você. Numa briga, nossa barriga é um dos locais mais perigosos de serem atingidos, então instintivamente nós temos uma tendência a tentar protegê-la. Esse tipo de exposição é certamente um caso sério de confiança e claro, um carinho na barriga é uma delícia.

Ah, e a massaginha? Esse é particularmente um dos meus momentos prediletos, pois me lembra da infância, quando ainda estava na fase da amamentação. Enquanto mamávamos fazíamos esse movimento ritmado pra estimular o fluxo de leite de nossas mamães. Fazendo esse movimento com nossos humanos criamos um laço afetivo e maternal (ou paternal) com eles.

E claro, não podemos nos esquecer do Ronron. Quando estamos tranquilos e alegres é natural começarmos a ronronar. Não sei por quê mas isso nos traz uma paz imensa!


O fato é que essa história de que não ligamos pra carinho e que só pensamos nos humanos com segundas intenções é totalmente furada. Alguns de nós são mais afetuosos que outros, é claro, mas assim como outros animais, cada um tem sua peculiaridade e através da convivência mútua, gatos e humanos vão aprendendo a reconhecer seus gostos e o amor só vai aumentar.

#maisronron #mundogato #gatoterapia

Esta é uma parceria com a Whiskas Brasil

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Gato L!nk
Instagram: @tudogato






Por Cassia Rabelo Cardoso dos Santos, adestradora e consultora comportamental da equipe Cão Cidadão.

Foto: Giane Portal / Fofuras Felinas

Eis uma brincadeira muito divertida para ensinar aos bichanos: buscar uma bolinha! Parece algo impensável, até porque, no imaginário popular, somente cães seriam capazes de tamanha proeza.

Antes de mais nada, vale mencionar que muitos gatos já são naturalmente predispostos a buscar bolinhas, sem necessidade de qualquer treinamento. Esse comportamento está relacionado ao instinto caçador dos felinos, já que uma bolinha rolando ou “voando” é muito semelhante a qualquer presa que poderia ser caçada. A maioria dos que convivem com gatos já amassou uma folha de papel e jogou para o pequeno buscar: eles costumam adorar e se empolgar bastante com essa interação!

Mas é possível avançar ainda mais na diversão, treinando o gato para que, quando ele visualizar a bolinha sendo lançada, busque-a e a traga de volta! Mesmo gatos que não se interessam muito podem aprender. Basta seguir as dicas a seguir.

Para começar, a bolinha deve ser muito interessante, para que o gato fique motivado a “caçá-la”, toda vez que for jogada. Para tanto, basta colocar um petisco que o gato goste bastante em uma folha de papel embrulhada como bolinha, e jogar para ele. Se no início ele não se interessar tanto, deve-se deixar o petisco mais visível, fácil de ser comido. Vale testar se o gato se motiva mais com ela sendo jogada para o alto ou rente ao chão: gatos podem ser melhores caçadores de “coisas que voam” ou “rastejam”!

E, assim, começar a jogar a bolinha recheada várias vezes, para que o bichano sempre queira persegui-la e pegá-la com a boca, para comer o petisco que estará lá dentro. Assim que ele já estiver bem acostumado e interessado na brincadeira, a bolinha não precisará ser mais recheada, podendo ser somente jogada. Quando o gato estiver com ela na boca, deve-se rapidamente oferecer o petisco gostoso. Cuidado nessa fase, pois ele pode se desinteressar pela bolinha e querer somente o petisco. Para evitar que isso aconteça, o ideal é que ele fique escondido e só seja oferecido quando a bolinha estiver na boca do gato.

O próximo passo é somente recompensar quando o gato soltar a bolinha espontaneamente – provavelmente, já à espera da recompensa que foi usada tantas vezes nos treinos anteriores. Então, temos o comportamento completo: joga-se a bolinha, o gato busca e a traz correndo para o tutor, solta aos pés desse e recebe a recompensa! Pronto, mais um truque para divertir a todos!

Vale a pena investir algum tempo para ensinar o gato a buscar a bola, pois é uma forma divertida de incentivá-lo a exercitar seus instintos naturais de caçador, além de ser uma excelente atividade física e mental, que estreita o laço com o tutor. Tudo visando garantir o bem-estar do bichano!

A seguir, dois vídeos divertidos que mostram gatos brincando de buscar a bolinha:







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Criada por Alexandre Rossi, a Cão Cidadão atua há mais de 15 anos com adestramento e comportamento animal. Oferece adestramento em domicílio, consultas comportamentais, além de uma agenda mensal de cursos e palestras. Tudo isso com muito amor e respeito. Para saber mais sobre a Cão Cidadão, entre em contato com a Central de Atendimento pelo telefone (11) 3571-8138 ou acesse www.caocidadao.com.br.




Com o friozinho se aproximando em algumas partes do país, o gato homenageado essa semana, bom, é a maioria dos gatos, os friorentos!



Gatos e lugares quentinhos são uma combinação perfeita! Seja tostando a barriga no sol, se aconchegando embaixo do cobertor, no colo da gente ou com roupinhas próprias, os gatos estão sempre felizes e relaxados quando se mantem quentinhos!

Algumas raças como Sphynx precisam usar roupinhas no inverno, outros são calmos e aguentam um fashion show e fotos fofíssimas, mas NUNCA force o seu companheiro a usar roupas e acessórios se eles são avessos a essas coisas!



Gatos mais idosos sentem mais o frio, o pelo é naturalmente mais fino, as juntas podem estar doloridas... tenha certeza que o seu vovozinho possui um lugar quente e confortável para suas sonecas!

E tem coisa muito melhor que se enroscar num cobertor com um ou mais gatos, uma bebida quentinha e um bom livro ou filme?


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Bea



Mike e Megan resolveram criar uma ponte de cordas para seus 3 gatos se entreterem. A ponte Indiana Jones (Indiana Jones Cat Bridge). A ponte ficou tão bacana e fez tanto sucesso com os bichanos que a mãe de Mike sugeriu que começassem a vende-la pelo Etsy. E foi assim que a CatastrophiCreations começou.

Indiana Jones Bridge
As primeiras pontes foram criadas dentro do apartamento do casal em Portland, EUA, mais especificamente no quarto de hóspedes, até que os vizinhos começaram a reclamar. Assim, eles mudaram a produção para uma pequena garagem e fizeram parceria com um marceneiro especializado em peças para crianças, o que garantiu a segurança e qualidade dos novos produtos.

Depois disso os produtos fizeram tanto sucesso que hoje eles contam com vários funcionários em um grande espaço para construir todo os seus produtos.

Vertical Cat Fort
Cat Sky Track
Deluxe Play Place
O objetivo da empresa, segundo Mike, é construir um mobiliário para gatos com produtos interessantes e elegantes. Móveis funcionais mas sem perder o foco em design, desde o uso de técnicas como a queima da madeira para ter um acabamento mais exótico como móveis em fibra de carbono (ainda em desenvolvimento).

Shelf - Wood burned fish

Cat Dining Room Table

Cat Bridge

Floating Sisal Cat Post
E todos os produtos são testados por especialistas, os próprios gatos do casal  - Ickle, Heisenberg e Lylah . Eles que decidem se o produto é útil e divertido.



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Fernanda Frias
twitter: @a_fepa




1 de mai de 2015

Van Turco | Gatos de Raça


vetstreet.com

Van Turco não é um automóvel, nem um modelo de roupa, não é algo para comer, não é um tipo de dança. Van Turco é uma poderosa raça de gatos, grande, maravilhosa, ativa, inteligente, bonita, forte, saudável e sem defeitos genéticos conhecidos. É uma raça natural originária da Turquia, e não uma raça feita pelo homem.

O Van Turco tornou-se famoso por seu amor à água, e é conhecido como o gato nadador. Esta predileção por água é visto como surpreendente por muitas pessoas que erradamente acreditam que "todos os gatos odeiam água.

História
O gato conhecido como Van Turco é uma raça rara e antiga que se desenvolveu na região central e sudoeste da Ásia, que abrange hoje os países do Irã, Iraque, ao sudoeste da União Soviética e Turquia oriental. "Van" é um termo comum na região que tem sido dado a um número de cidades, aldeias e até mesmo a um lago - Lago Van - por isso não é nenhuma surpresa que o gato exclusivamente modelado para a região foi nomeado o "gato Van" pelos moradores.

Em 1955, duas fotógrafas britânicas, Laura Lushington e Sonia Halliday, foram contratadas pelo ministério da cultura e turismo da Turquia para divulgar o país e promover o turismo na Turquia, viajando e fotografando pessoas e locais de interesse para os turistas. Enquanto estiveram, na Turquia, as fotografas tornaram-se interessadas nos gatos brancos de pelos  compridos com marcações coloridas na cabeça e cauda.

Quando as senhoras Laura Lushington e Sonia Halliday devido ao grande calor do verão, foram se banhar em uma lagoa e ficaram maravilhadas quando os gatinhos entraram na água e nadaram ao seu redor. Elas levaram dois gatinhos para a Inglaterra e começaram a promover a raça.

O primeiro Van Turco chegou aos Estados Unidos na década de 1970, mas foi depois que os criadores Barbara e Jack Reark importaram dois gatos da raça Van Turco da França, em 1983, que a raça começou a florescer na América do Norte.

CFA aceitou a raça para o campeonato em 1994.

TICA aceitou a raça para o campeonato em 1985.

vetstreet.com

Aparência

Descrição
O Van Turco é uma raça natural, conhecida por seu padrão de cor distinta. Na verdade, a palavra "Van" agora é usada para descrever gatos brancos com cabeça e cauda com marcações coloridas. Os machos adultos pesam entre 5 e 7 quilos; fêmeas adultas pesam entre 4 e 5 quilos. O Van pode levar de três a cinco anos para atingir a plena maturidade.

Corpo
O corpo é moderadamente longo, amplo, robusto, de peito largo e musculoso. Os machos adultos mostram acentuado desenvolvimento muscular no pescoço e ombros; os ombros são tão amplos quanto à cabeça e se direcionam para a caixa torácica de forma arredondada e, em seguida, uma acentuada musculatura na região pélvica.

Membros locomotores
Com grandes desenvolvimentos musculares, moderadamente longos e bem separados.

Cauda
A cauda é longa, com pelagem cheia, mas em proporção com o corpo, com a aparência de pincel.

Cabeça 
A cabeça é  substancialmente ampla, em formato de  cunha com contornos suaves e um focinho de comprimento médio, maçãs do rosto proeminentes, e um queixo firme em uma linha reta. De perfil, o nariz tem uma ligeira quebra abaixo do nível dos olhos. O focinho é arredondado.

Pescoço
Pescoço curto e musculoso.

Orelhas
As orelhas são moderadamente grande, largas na base, definidas, bastante elevadas e bem abertas. As pontas são ligeiramente arredondadas; o interior possui bastante pelagem.

Olhos
Alertas e expressivos são moderadamente grandes, com uma abertura arredondada que é um pouco puxado nos cantos e com uma inclinação, eqüidistante da base externa da orelha até a ponta do nariz.
As cores dos olhos são âmbar, azul ou mista. A cor pode mudar com a idade

Pelagem
A pelagem é semi- longa, sem subpêlo. Tem uma textura de cashmere única que, repelem água e sujeira. Quando amadurece, a pelagem fica mais ampla e mais exuberante. Em resposta às faixas de temperaturas extremas encontradas na região montanhosa em torno do lago Van, o Van Turco se adaptou para uma pelagem mais curta nas estações quentes do ano, e no inverno  crescem tufos de pelos entre suas patas para proteger do frio.
Cor branca, com marcações na cabeça de e na cauda. As marcações podem ter qualquer  cor, com exceção daqueles que mostram provas de hibridação, como colorpoint e chocolate.

Mais detalhes:
http://www.tica.org/members/publications/standards/tv.pdf
http://www.cfa.org/Portals/0/documents/breeds/standards/turkish-Van.pdf

Saúde e Predisposição a Doenças

Ele é forte, vigoroso e saudável. Não há problemas genéticos conhecidos com esta raça.

Nenhuma doença ou predisposição digna de nota.

Cuidados


Apesar de precisar de cuidados mínimos, é uma boa idéia escová-los regularmente para remover pêlos mortos soltos e ajudar a prevenir bolas de pêlo.
Muitos deles gostam de água e assim podem desfrutar de um banho semanalmente.

Oferecer ração de boa qualidade.

Visitar regularmente o médico veterinário para vacinas e orientações detalhadas..

Comportamento/Temperamento

É extremamente enérgico e ativo. É sempre visto em movimento, saltando em prateleiras, correndo e saltando pela a casa ou simplesmente brincando com algum objeto.

É conhecido por ser um gato que prefere ficar no topo de tudo, observando os acontecimentos.

Alta energia emparelhada com um amor aos lugares altos faz deles gatos descuidados quando se trata de ornamentos que você colocou em locais altos, que achava inacessíveis.

Se você tiver um Van como companheiro, espera-se que as coisas sejam removidas das prateleiras.

Como um leão, o Van é conhecido por ser corajoso, e por ser um excelente caçador. Ele pode ser muito protetor, rosnando quando ouve sons incomuns de fora.

O Van constrói uma estreita ligação, com uma ou duas pessoas, mantendo-se dedicado por toda a vida, não sendo interessante mudar de proprietários.

Ele gosta de nadar, e freqüentemente o gato estará na piscina ou no lago. O fascínio com água estende-se a torneiras e chuveiros. O gato também é muito vocal e adora ser o centro das atenções, especialmente durante as refeições.

Curiosidade

Muhammad, o grande profeta do Islã, era um amante de gatos bem conhecido. Uma história contada muitas vezes conta a história de um gato Turco chamado Muezza que Muhammad ao invés de perturbar o sono do gato quando ele foi chamado para a oração, cortou a manga de seu roupão em que o gato dormia, para não acordá-lo.

Notas 

Nota 1: Apesar de todas as qualidades de um gato de raça, um vira latinha apresenta milhões de qualidades, que o farão tão ou mais especial que qualquer gato de raça pura.

Nota 2: Pense sempre em adotar um gatinho. Não existe um ato de amor tão especial, quanto à adoção. Seja adulto ou filhote, não compre, adote.














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Se você está pensando em ir ao cinema e ainda não sabe qual filme deve assistir, não perca mais tempo e corra ver “Cada Um na Sua Casa”, o novo filme da Dreamworks.

O filme é um combo de acertos. O roteiro talvez não impressione assim de cara, mas surpreende no desenvolvimento da história e na composição de seus ótimos personagens.

Um gato super fofo chamado Porquinho acompanha uma garotinha inteligentíssima e corajosa de nome Tip (Rihanna) numa aventura para reencontrar sua mãe em meio à uma invasão alienígena. Durante uma fuga de seus inimigos, uma raça de extraterrestres conhecida como Boov escolhe o planeta Terra como seu novo lar. Para isso, essas criaturinhas roxas se ocupam de realocar os humanos e transportá-los para um só lugar enquanto organizam o mundo de acordo com suas necessidades. É assim que a pequena Tip se separa de sua mãe e é assim também que ela conhece Oh (Jim Parsons, da série “The Big Bang Theory”), um boov “diferente” que não pensa como os demais e por isso acaba se envolvendo em confusões de proporções intergalácticas, sendo banido de seu grupo.

A diversão é garantida. Com ação e um humor de bom gosto o diretor Tim Johnson encanta o expectador com belas tomadas, um cenário colorido e acolhedor e algumas cenas em primeira pessoa se valendo do 3D que são de fazer segurar na cadeira. Destaque para um plano-sequência sob a visão do gato Porquinho se esgueirando pelo refúgio da protagonista para nos apresentá-la. Tim repete o sucesso que teve com “Formiguinha Z” de 1998 com um personagem questionador e inquieto conduzindo a trama e as suas descobertas através de uma garota forte e decidida. Assim como aconteceu com Z e Bala no filme anterior, Oh e Tip se entrosam muito bem e reforçam conceitos como amizade, humanidade e confiança.


Vale também destacar a grande importância desse filme do ponto de vista da representatividade. Há uma citação bastante interessante da atriz Whoopi Goldberg em que ela conta que quando ela tinha 9 anos de idade a série Jornada nas Estrelas foi ao ar pela primeira vez e quando ela viu a Tenente Uhura – mulher negra de destaque na frota estelar – entrar em cena, ela saiu pela casa gritando “mãe, todo mundo, depressa vem logo: tem uma moça negra na televisão e ela não é a empregada” e foi naquele momento que ela soube que poderia ser o que ela quisesse. Cada Um na Sua Casa é a primeira animação 3D na história a ter uma jovem negra como protagonista e isso é muito legal, inclusivo e serve de exemplo.

Não é um filme tão complexo tematicamente, mas também não é mais um destes que colecionam clichês. O texto é inteligente, leve, sutilmente engraçado e tem ótimos diálogos.



Um filme pra assistir com toda a família, mas você vai precisar esperar sair em DVD e Blu-Ray pra poder ver com seu bichano em casa.

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Alison
twitter: @menino_magro



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